Maio. Mês das Flores, das Noivas, da Libertação dos Escravos, de Maria, mãe de todas as Mães. Mês da minha Mãe.
O Abelhudo rende homenagem a todas as mães, em especial a minha mãe Adélia, aposentada da PMM, relíquia da Escola Pará.
Importante por falta de espaço a mensagem foi publicada em partes. Desculpa aí gente.
Pra não dizer que eu não falei de amor...
Ah! Se o tempo ñ passasse tão
Depressa! E nos permitisse ainda sermos
Embalados no colo e,
Levados para dormir, com cantigas de niná! Fico a
Imaginar, o quanto deve ser difícil
A vida dos que não tiveram tempo de viver o verdadeiro
Amor. O amor que não tem
Lugar, nem tempo certo pra se
Viver. O amor que
Espera, que é paciente, que não
Se arvora em querer tudo pra si. Que meia
Volta, volta e meia, está
Ali, se dividindo
Sem riscos de
Comprometer a tranquilidade dos que vivem ao seu redor.
O amor que
Nunca se nega a nada. Que é
Capaz de se,
Envolver nas piores batalhas p/
Lograr a vitória e oferecer
O resultado aos
Seus.
Esse é o amor de mãe. Assim é seu amor minha mãe.
Composição: Dominguinhos - Nando Cordel
Estou de volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade
Que bom,
Poder tá contigo de novo,
Roçando o teu corpo e beijando você,
Prá mim tu és a estrela mais linda
Seus olhos me prendem, fascinam,
A paz que eu gosto de ter.
É duro, ficar sem você
Vez em quando
Parece que falta um pedaço de mim
Me alegro na hora de regressar
Parece que eu vou mergulhar
Na felicidade sem fim
É com esse hino que quero marcar meu retorno ao mundo da blogosfera.
Desculpe aos que me visitaram e não encontraram nada. Foi pura falta de tempo por conta da nova carreira que decidir abraçar: cursar Direito.
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